OS MAIORES SERÃO AS ATRAÇÕES DO DIA, COMEÇAMOS COM RAY BROWN, O MESTRE DO CONTRABAIXO

CONFIRA - Lady Be Good de George e Ira Gershwin com Gene Harris ao piano e Jeff Hamilton na bateria.

PRÓLOGO

O lugar de música boa é antes de tudo um espaço para compartilhamento. Aqui o jazz, o blues e o samba convivem harmonicamente porque têm não só a mesma raíz, a mesma origem mas porque constituem fontes de prazer, de entretenimento e conhecimento.  

Por aqui desfilarão grandes nomes com suas grandes obras para o gaúdio daqueles que se dispuserem a ter o prazer de passear pela criatividade, pelo drive e pelo swing do jazz improvisado e de arranjos e partituras rebuscadas, pela malemolência dos sambas clássicos, de bom partido e com os blues tradicional que não perde nunca sua atualidade e contamporaneidade.

Para mim, que me incumbirei de pesquisar, produzir, traduzir, editar e opinar, será uma experiência indescritível e muito prazeirosa por que me impus fazer algo que gosto realmente e todo o trabalho que isso vai gerar me permitirá aprender sempre, aumentar o meu conhecimento sobre o assunto e compartilhar com todos o mundo incomparável da música que se descortina à frente.

Não sistematizarei ou ordenarei nomes ou obras mas os apresentarei com o rigor e o apuro que o assunto me merece e sempre aberto e disposto a colaboração, sugestão e, por que não, críticas e correções. Além dos músicos compositores e suas obras mais relevantes, os eventos ligados à música, mais revistas, magazines, cronistas, fotógrafos e divulgadores de modo geral também terão seus espaços, para que os visitantes não se atenham exclusivamente à música e o músico mas também conheçam suas vidas, sua produção, seus caminhos e seus espaços e tudo aquilo que a música gera.

Espero que vocês gostem porque eu sinceramente vou ter muito prazer em fazer sabedor que sou de que todo o trabalho, o custo e tempo que terei que dispor será uma das coisas mais agradáveis que vai me acontecer.

Espero vocês, sempre !!!!

ATRAÇÃO DA SEMANA: MPB4

MPB4 - Formação oiginal com Aquiles, Rui, Magro e Miltinho.

MPB4 é um grupo vocal e instrumental brasileiro, formado em NiteróiRio de Janeiro, em 1965. A primeira formação contou com Miltinho (Milton Lima dos Santos FilhoCampos dos GoytacazesRJ18 de outubro de 1943), Magro (Antônio José Waghabi FilhoItaocaraRJ14 de novembro de 1943São PauloSP8 de agosto de 2012), Aquiles (Aquiles Rique ReisNiteróiRJ22 de maio de 1948) e Ruy Faria (Ruy Alexandre FariaCambuciRJ31 de julho de 1937Rio de JaneiroRJ11 de janeiro de 2018).

Em 2004, Dalmo Medeiros substitui Rui e Paulo Malagutti substitui Magro que faleceu em 2012 vitimado por um câncer aos 68 anos.

Seus principais gêneros musicais são o samba e a MPB. Com um repertório marcado por composições de personalidades da música popular brasileira, como por exemplo, Noel RosaMilton NascimentoChico BuarqueJoão BoscoPaulo César PinheiroAldir BlancVinicius de Moraes e Tom Jobim. O grupo apresenta-se em todo o Brasil, com sucesso de público e de crítica

A formação do grupo ocorreu em meados de 1964, quando Aquiles, Magro, Ruy e Miltinho integravam o Centro Popular de Cultura, afiliado à União Nacional dos Estudantes - UNE. Magro e Miltinho eram estudantes de Engenharia na UFF. Ambos tinham formação musical iniciada desde criança: Miltinho aprendeu violão na adolescência e Magro estudou teoria musical com Eumir Deodato e Isaac Karabtchevsky.

Ruy tinha acabado de se graduar em Direito pela mesma universidade. De dia escriturário e de noite em dois grupos vocais e tinha sido ''crooner'' em Santo Antônio de PáduaRio de Janeiro. Aquiles era estudante secundarista e participava do coral de uma escola estadual de Niterói e resolveu seguir carreira musical com os outros três integrantes.

Cada um dos integrantes tem um gosto musical diferenciado, embora eles tenham sido influenciados pelo grupo vocal, Os Cariocas. Miltinho, desde a adolescência, curtia música americana e Bossa-nova com os grupos Os Cariocas e Tamba Trio. Aquiles, ao mesmo tempo que tinha preferência pelo Trio Irakitan, era fã de Elvis Presley.

Em 1965, resolvem ser músicos profissionais e viajam para São Paulo. Já tinham gravado o compacto simples "Samba Bem", em 1964, pelo selo Elenco. No início, os quatro rapazes passaram por dificuldades, pois já haviam trilhado carreiras promissoras na época e seus familiares lamentaram a decisão tomada, embora não tenham enfrentado tamanhas resistências. Além disso, Aquiles era menor de idade e seu pai desejava emancipá-lo. Entretanto, tal procedimento era demorado e Ruy Faria tornou-se seu tutor. A passagem da adolescência para a vida adulta foi abrupta para Aquiles, segundo o relato de Ruy Faria, pois foi comparada à troca da Coca-Cola por cerveja.

Lá, entram em contato com artistas recém-lançados na época, como Chico BuarqueNara LeãoSidney MillerQuarteto em Cy, entre outros. Desde o início do grupo, tornam-se ativistas de uma nova proposta, a de uma música brasileira mais popular a todos os que escutarem, de forma que sejam exaltados o povo brasileiro e seus costumes e, principalmente, a crítica à situação política do país, imerso na Ditatura Militar. Desta maneira, entraram em seu repertório as músicas de protesto e sambas.

A parceria com Chico Buarque iniciou-se nesta viagem e durou aproximadamente dez anos. Durante esse período, o MPB4 firmou sua musicalidade e acompanhava-o em suas apresentações como escudeiro musical, com boas interpretações das composições de Chico, que já foi considerado como o "quinto integrante de um quarteto". Um dos maiores destaques nessa década são as músicas "Quem te viu, quem te vê" e "Roda Viva", ambas de 1967. Além disso, ganharam espaço também nos famosos festivais de música, produzidos pela Rede Record.

Em 1966, foi lançado o primeiro LP do grupo, com o título "MPB4". O destaque vai para as músicas "Lamento" e "Teresa Tristeza". Em 1967, foi lançado outro trabalho, com as músicas "Quem te viu, quem te vê", "Brincadeira de Angola", "Cordão da Saideira" e "Gabriela", que ficou em 6º lugar no III Festival da Música Popular da Rede Record.

Em 1970, o MPB4 lança o LP "Deixa Estar", um dos marcos principais da carreira do quarteto. O destaque principal é a música "Amigo é pra essas coisas", de Aldir Blanc e Sílvio da Silva Júnior, que reflete também o espírito do quarteto em enfrentar dificuldades juntos. Como Chico Buarque ainda não estava no Brasil, a música foi uma espécie de "independência" ao parceiro, pois eles não seriam vistos mais como "Porta-vozes do Chico", mas um quarteto vocal com personalidade própria. Outros destaques são "Candeias", com o primeiro arranjo vocal de Miltinho, "Boca do Mota", de Milton Nascimento e "Derramaro o Gai".

A parceria com Chico Buarque continua firme até meados dessa década. Ele e o quarteto viajaram para alguns países, como Argentina e Portugal. As marcas da resistência e contestação contra o Governo Militar continuam firmes nos trabalhos do quarteto, mesmo que eles tenham seus espetáculos encerrados arbitrariamente e buscado negociações em Brasília. 

O ano de 1972 foi importante para o MPB4, pois é lançado o LP Cicatrizes, considerado como um dos trabalhos mais promissores. Miltinho destaca-se como compositor da música-título, com a parceria do jovem Paulo César Pinheiro. Os arranjos, instrumental e vocal, de Magro tornam-se mais ousados, com destaque para as músicas "Agiboré", "San Vicente", "Partido Alto" de Chico Buarque, e "Pesadelo".

Ainda no mesmo ano, o MPB4 foi considerado como o melhor Conjunto Vocal pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Um dos jurados que participaram da votação foi o jovem jornalista Maurício Kubrusly.

Em 1973, o quarteto grava a música-tema de O Bem-Amado, composta por Toquinho e Vinícius de Moraes, para a novela de Dias Gomes

Em 1974, o MPB4 lançou dois excelentes LPs, com avaliações positivas da crítica e do público. O LP 'Antologia' reúne pout-pourri de vários sambistas e outros nomes consagrados da música brasileira, como Dorival CaymmiNoel RosaPaulinho da Viola e o próprio Chico Buarque. Este disco alcança a venda de 70.000 cópias, um valor expressivo para a época. O LP 'Palhaços e Reis' destaca-se pelas composições de Gonzaguinha e Ivan Lins, tais como Tá Certo, Doutor e Palhaços e Reis, que também ganharam relevo nas vozes do quarteto e nos arranjos inovadores de Magro.

No ano seguinte, 1975, o MPB4 emplaca o sucesso Porto, para a novela Gabriela Cravo e Canela. A mesma música é usada também no remake desta novela, em 2012, com muito sucesso. Ainda por cima, lança o LP 'MPB4 10 anos', em comemoração ao décimo aniversário do grupo. Destaques para as músicas Inbalança e De Frente Pro Crime.

Nos anos 1970, participaram de espetáculos históricos, tais como Construção (1971), Phono 73 (1973), MPB4 no Safári (1975) e Cobra de Vidro (1978). Além disso, lançam discos que consolidam a carreira do quarteto vocal, tais como De Palavra em Palavra, (1971), Cicatrizes (1972), Canto dos Homens (1976) e Cobra de Vidro (1978), entre outros trabalhos de sucesso de crítica e público.

Nos anos 1980, lançaram dois trabalhos infantis: Flicts (com o Quarteto em Cy, em 1980) e Adivinha o que é (1981), além da participação no especial da Globo, Arca de Noé, com a música 'O Pato'. Outro trabalho de destaque é o disco "Amigo é Pra Essas Coisas" (1989), com a participação dos filhos dos integrantes do MPB4 na banda de acompanhamento.

Nos anos 1990, lançaram discos importantes e com grande aceitação de crítica e de público, como Samba da Minha Terra (1991). Os primeiros discos do grupo, ao vivo, foram A Arte de Cantar ao Vivo (1995) e Melhores Momentos (1999). Continuam com a parceria com o grupo Quarteto em Cy em Bate-Boca (1997) e Somos Todos Iguais (1998).

Em (2000), o quarteto lança dois trabalhos, um deles com o Quarteto em Cy, Vinícius e a Arte do Encontro. Em 2004, Ruy Faria sai do grupo e Dalmo Medeiros torna-se integrante do MPB4. Em 2006, é lançado o DVD "MPB-4 40 Anos", com a participação de Chico BuarqueMilton NascimentoCauby PeixotoRoberta Sá, entre outros artistas consagrados. Em 2008, o grupo gravou, junto com Toquinho, CD e DVD ao vivo, lançados pela Biscoito Fino.

Em 2012 é lançado, pela Biscoito Fino, o CD "Contigo Aprendi[2]", com versões inéditas para o português, feitas por diversos compositores brasileiros, para grandes boleros. Magro Waghabi morre[3] em São Paulo (SP) após uma longa batalha contra o câncer, no dia 8 de agosto de 2012, aos 68 anos. Paulo Malaguti Pauleira entra em seu lugar.

Ao lado de Miltinho, Aquiles e Dalmo, em 2013 o cantor e tecladista Paulo Malaguti Pauleira[4] passou a integrar a nova formação do grupo, inaugurada em show de lançamento do CD “Contigo aprendi”, no Teatro Rival (RJ). Nesse mesmo ano, foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Grupo MPB, pelo CD “Contigo aprendi”.[5]

Em 2014 o MPB4 seguiu em turnê pelo país com o show de carreira. Dentro vários shows, uma turnê por seis unidades do Sesc Rio foi realizada. O LP "Adivinha o que é" (1981) ganhou reedição em CD e em DVD,[6] com animações, lançados pela Universal Music. O livro "Vozes do Magro" foi lançado em dezembro, com noites de autógrafo na Livraria Argumento (RJ) e Livraria Cultura (SP).

O ano de 2015 começou no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, com o show "Chico 70",[7] com MPB4, Roberta Sá e Marina de La Riva. Ao longo do ano o MPB4 seguiu em turnê pelo país. Em outubro estreou no Tom Brasil, em São Paulo, o show "Toquinho, Ivan Lins e MPB4 - 50 anos de música". No final do ano começaram as gravações do CD comemorativo de 50 anos de carreira do MPB4.

O ano de 2016 começou com uma série de shows "Toquinho, Ivan Lins e MPB4 - 50 anos de música" em várias cidades do país. Em maio o CD "O Sonho, a Vida, a Roda Viva" (Selo Sesc) que comemora 50 anos do MPB4 foi lançado com três dias de shows no Sesc Vila Mariana. O primeiro dia contou com a participação especial de Kleiton e Kledir. Em junho foi a vez do Rio de Janeiro receber este show, em temporada de cinco semanas no Teatro Municipal Serrador, com patrocínio do Fomento Cidade Olímpica, da Prefeitura do Rio. Em um dos shows Guinga fez participação especial.

Em 2017 o MPB4 segue com a turnê de lançamento do CD "50 anos - O Sonho, a Vida, a Roda Viva!". Nos dias 5, 6 e 7 de maio estreou o show "Voce conta um verso e eu escrevo outro" como parte do projeto "Cortina Fechada" do Sesc Vila Mariana. Em 15 de novembro realizou show no Teatro Riachuelo Rio para lançamento do CD e DVD comemorativos de 50 anos de carreira. Neste ano o MPB4 ganhou o Prêmio de Música Brasileira na categoria Melhor Grupo de MPB.

 

12/01/2018

MPB4 - Fantasia, com a formação original - Aquiles, Rui, Magro e Miltinho.

PRÓXIMA ATRAÇÃO: SONNY TERRY E BROWNIE MCGHEE

Sonny e Brownie

Saunders Teddell ou Saunders Terrell ou outras variantes que os blueseiros discordam , conhecido como Sonny Terry foi um blueseiro estilo Piedmont  e um músico folclórico que era conhecido por seu estilo energético de tocar blues na hormônica  e que, ocasionalmente incluia vocal com gritos e por vezes imitações.

Terry nasceu em Greenboro na Geórgia . Seu pai, um fazendeiro ensinou-lhe tocar a guitarra básica do blues em sua juventudes. No trabalho da fazenda sofreu lesões nas vistas e ficou cego aos dezesseis o que o impediu de continuar a trabalhar nela forçando o rapaz a buscar o caminho da música para ganhar seu sustento. Terry tocou em Campdown Races para os cavalos de arado que melhoraram sua eficiência na fazenda. Começou tocando blues em Shelby, na Carolina do Norte, depois que seu pai morreu ele passou a tocar em um trio de estilo Piedmont blues com o guitarrista Blind Boy Fuller.  Quando Fuller morreu em 1941, Terry estabeleceu uma longa parceria com Brownie McGhee e junto dele gravou inúmeras canções. O duo passou a ser muito conhecido, até entre as audiências brancas, nos festivais de música folk dos anos 50 e 60. Entre outras colaborações encontram-se Styve Homnick, Woody Guthrie e Moses Asch que produzia para a Folkways Records.  

Em 1938 Terry foi convidado a tocar no Carnegie Hall pela primeira vez no concerto "From Spirituals to Swing" e após aquele ano ele gravou para a "Library of Congress" e gravou também seus primeiros slides comerciais em 1940. Nesse tempo gravou as canções "Old Jabo" sobre um homem que conversava com uma cobra e "Lost John" onde demonstrava uma incomum capacidade pulmonar.

Apesar da fama de artistas de pureza folclórica em 1940 Terry e McGhee encararam um combo de "jump blues" com saxofone de buzina e piano de rolo.

Terry fez parte, também, em 1947 do cast original da comédia músical "Finian's Rainbow" na Broadway, apareceu no filme "A Cor Púrpura" de Steve Spielberg. Com McGhee também em 1979 numa comédia de Steve  Martin "The Jerk" , colaborou com Ry Cooder no filme 'Walkin Away Blues e fez o papel de Robert Johnson no filme "Crossroads Blues" acabado de 1986.  

Morreu em março daquele ano de causas naturais em Mieola, New York. Terry died of natural causes in Mineola, New York, três dias depois da estréia do filme nos cinemas. Foi conduzido no mesmo ano para o Blues Hall of Fame. 

Walter Brown "Brownie" McGhee (November 30, 1915 – February 16, 1996)[1] was an African-American folk music and Piedmont blues singer and guitarist, best known for his collaboration with the harmonica player Sonny Terry.[2]

McGhee was born in Knoxville, Tennessee, and grew up in Kingsport, Tennessee.[3] At about the age of four he contracted polio, which incapacitated his right leg. His brother Granville "Sticks"(or "Stick") McGhee, who also later became a musician and composed the famous song "Drinkin' Wine Spo-Dee-o-Dee,"[4] was nicknamed for pushing young Brownie around in a cart. Their father, George McGhee, was a factory worker, known around University Avenue for playing guitar and singing. Brownie's uncle made him a guitar from a tin marshmallow box and a piece of board.[5]

McGhee spent much of his youth immersed in music, singing with a local harmony group, the Golden Voices Gospel Quartet, and teaching himself to play guitar. He also played the five-string banjo and ukulele and studied piano.[4] Surgery funded by the March of Dimesenabled McGhee to walk.

At age 22, McGhee became a traveling musician, working in the Rabbit Foot Minstrels and befriending Blind Boy Fuller, whose guitar playing influenced him greatly. After Fuller's death in 1941, J. B. Long of Columbia Records promoted McGhee as "Blind Boy Fuller No. 2." By that time, McGhee was recording for Columbia's subsidiary Okeh Records in Chicago, but his real success came after he moved to New York in 1942, when he teamed up with Sonny Terry, whom he had known since 1939, when Terry was Fuller's harmonica player. The pairing was an overnight success. They recorded and toured together until around 1980. As a duo, Terry and McGhee did most of their work from 1958 until 1980, spending 11 months of each year touring and recording dozens of albums.

Despite their later fame as "pure" folk artists playing for white audiences, in the 1940s Terry and McGhee had attempted to be successful recording artists, fronting a jump blues combo with honking saxophone and rolling piano, variously calling themselves Brownie McGhee and his Jook House Rockers or Sonny Terry and his Buckshot Five, often with Champion Jack Dupree and Big Chief Ellis. They also appeared in the original Broadway productions of Finian's Rainbow and Cat on a Hot Tin Roof.

During the blues revival of the 1960s, Terry and McGhee were popular on the concert and music festival circuits, occasionally adding new material but usually remaining faithful to their roots and playing to the tastes of their audiences.

Late in his life, McGhee appeared in small roles in films and on television. He and Terry appeared in the 1979 Steve Martin comedy The Jerk. In 1987, McGhee gave a small but memorable performance as the ill-fated blues singer Toots Sweet in the supernatural thriller movie Angel Heart. In his review of Angel Heart, the critic Roger Ebert singled out McGhee for praise, declaring that he delivered a "performance that proves [saxophonist] Dexter Gordon isn't the only old musician who can act."[6] McGhee appeared in the television series Family Ties, in a 1988 episode entitled "The Blues, Brother", in which he played the fictional blues musician Eddie Dupre. He also appeared in the television series Matlock, in a 1989 episode entitled "The Blues Singer".

Happy Traum, a former guitar student of McGhee's, edited a blues guitar instruction guide and songbook, Guitar Styles of Brownie McGhee, published in 1971, in which McGhee, between lessons, talked about his life and the blues. The autobiographical section features McGhee talking about growing up, his musical beginnings, and a history of the blues from the 1930s onward.

One of McGhee's last concert appearances was at the 1995 Chicago Blues Festival.[3]

McGhee died of stomach cancer in February 1996 in Oakland, California, at age 80.

 

18/01/2018

SONNY TERRY & BROWNIE McGHEE - Red Rivers Blues e Crow Jane, duas velhas peças do repertório do Piedmont Blues. Simplesmente inacreditável o drive !!!!!!

SEÇÕES

PHOTOGRAPHERS

BOB BARRY

Nasceu Robert Barry Horowitz em Suffern, New York. Começou em Spring Valey e trabalhou como ator em NY. Como Robert Barry apareceu Off-Off Broadway  em Alligator Man, Off-Broadway em The Brass Butterfly com Sam Waterson e fez seu debut na Broadway num musical em 1976 chamado So Long, 174th Street com Robert Morse de estrela.  Durante este período Barry estabeleceu uma carreira paralela como entretainer  e em performances comerciais na televisão. Entre essas atividades fez um papel como de um promissor cantor para Post Raisin Bran

Enquano perseguia a carreira de ator em NY, Barry foi modelo para a notável fotógrafa Diane Arbus em 1968 numa campanha para a Zeiss-Ikon Camera. Em seguida mudou-se para Los Angeles onde, em 1980, desenvolveu interesse profissional pela fotografia e sua amizade com o já conhecido guitarrista de jazz John Pisano lhe permitiu fotografar artistas do segmento, entre eles George Van EpsHerb EllisAl ViolaHoward AldenJoe DiorioAnthony WilsonJimmy WybleDori Caymmi and Phil Upchurch, todos do circuito guitarra da Costa Leste

Seu mentor foi o grande Ray Avery, já reportado aqui no site, que usava a frase “performance portrait” para descrever o approach que Barry utilizava para fotografar utilizando-se tão somente da luz natural dos nos mias diversos festivais e clubes na área de Los Angeles tais como Vitello’s, Catalina’s and the Jazz Bakery, do qual foi o fotógrafo oficial em 2012. Suas fotos então começaram a aparecer nos portfolios de grandes músicos como  Kenny BurrellRosemary ClooneyDiane SchuurPat MartinoMary StallingsMary Murphy, Johnny Rivers and Danny Seraphine.

Barry trabalhou no comitê do Milt Hinton Award for Excellence in Jazz Photography. Sua fotografias foram objeto de um documentário de 2012 produzido pelo filmmaker Dailey Pike intitulado Bob Barry: Jazzography in Black and White, um filme que examinava a vida e a obra de Barry. Ele foi premiado pelo Tupelo Film Festival.

SITES

Tony Bennet Gershwin Prize Cerimony

On Friday, Jan. 12 at 9 pm ET, PBS will air the music special Tony Bennett: The Library of Congress Gershwin Prize for Popular Song. Bennett, the first “interpretive singer” to be awarded the prestigious award that has been generally awarded to noted songwriters, was presented with the Gershwin Prize back in November in a ceremony that featured performances by Chris Botti, Michael Bublé, Gloria Estefan, Savion Glover, Josh Groban, Wé McDonald, Brian Stokes Mitchell, Lukas Nelson, Vanessa Williams and 2008 Gershwin Prize honoree Stevie Wonder, plus a special presentation by Wynton Marsalis. In that event held at DAR Constitution Hall, Bennett also performed with his working band of Tom Ranier (piano), Gray Sargent (guitar), Harold Jones (drums) and Marshall Wood (bass).  The house band was led by drummer and producer Gregg Field and included Shelly Berg on piano and Reggie Hamilton on bass. The ceremony and subsequent TV special was hosted by actor and sometime musician Bruce Willis.

BLUES LABEL

Chess Records foi uma gravadora americana sediada em ChicagoIllinois. Era especializada em bluesrhythm and bluesgospel, início do rock and roll, e às vezes jazz[1].

A história da gravadora foi contada em Cadillac Records, filme biográfico musical de 2008, escrito e dirigido por Darnell Martin.

Entre seus maiores nomes podemos encontrar Willie Dixon, Muddy Waters, Little Walter, Howlin' Wolf, Memphis Slim, Jimmy Rogers, Buddy Guy e Etta James.

ESPAÇO FESTIVAIS

O Portland Jazz Festival na simpática e hospitaleira cidade da Northwest Coast e seus 800 mil habitantes oferece entre os dias 26 de janeiro de 18 de fevereiro de 2018 uma série muito interessante de músicos no seu PDX Jazz 2018. Entre muitos alguns nomes de destaque como a orquestra Mingus Dinasty, Dan McFarlane, Edna Vasquez, Scott Amendola, o sensacional Kurt Ealing, David Sanchez, Charnett Mofett e a ganhadora do Grammy Luciana Souza acompanhada de Chico Pinheiro na guitarra e Scoot Colley no baixo. Suas cervejarias, alambiques e cafés, verdadeira paixão dos locais tudo cercado pelos roseirais fazem de Portland, uma das cidades mais ecólogicas do mundo, um verdadeiro paraíso . É espetacular e imperdível apesar do frio !!!!

Atenciosamente

Sidnei Anttogneto