07/05/2018

Almir Guineto - Facho de esperança

Almir Guineto

ALMIR GUINETO surgiu para o grande público no ano de 1969 quando se transferiu para São Paulo para ser cavaquinista do grupo Os Originais do Samba, que também era integrado pelo cantor e humorista Mussun.
Integrou o grupo Fundo de Quintal em sua primeira formação.
Em 1979, Beth Carvalho gravou "Pedi ao céu" (c/ Luverci Ernesto), "Tem nada não" (c/ Jorge Aragão e Luverci Ernesto) e o sucesso "Coisinha do pai" (c/ Luís Carlos e Jorge Aragão).
No ano de 1981, no LP "Na fonte", Beth Carvalho interpretou também de sua autoria "É, pois, é", em parceria com Luverci Ernesto e Luís Carlos. Neste mesmo ano, Alcione gravou "Ave coração", em parceria com Luverci Ernesto. No ano seguinte, obteve o 3º lugar no "Festival MPB Shell", da Rede Globo, interpretando a música "Mordomia", de Ari do Cavaco e Gracinha.
Em 1983 sua composição em parceria com Luverci Ernesto deu título ao novo disco de Alcione "Almas & corações".
Em 1984, Beth Carvalho gravou duas composições suas, "À luta, Vai-Vai!" (c/ Luverci Ernesto) e "Não quero saber mais dela" (c/ Sombrinha) em seu LP "Coração feliz", lançado pela RCA Victor. No ano seguinte, a cantora gravou em seu novo disco "Das bençãos que virão com os novos amanhãs", uma parceria sua com Arlindo Cruz, "Da melhor qualidade".
No ano de 1986, lançou pela gravadora RGE o disco "Almir Guineto", no qual gravou várias parcerias suas com Zeca Pagodinho, Adalto Magalha, Beto Sem Braço, Guará da Empresa e Luverci Ernesto, despontando como sucesso neste disco a música "Caxambu" (Bidubi, Jorge Neguinho, Zé Lobo e Élcio do Pagode). Neste mesmo ano, foi lançado pela gravadora Fama o disco "Explosão do pagode". Este LP, que reuniu Cláudio Camunguelo, Carlos Sapato, Baita e Adalto Magalha, teve como música de trabalho "Papagaio", parceria de Almir Guineto, Beto Sem Braço e Luverci Ernesto, interpretada por Carlos Sapato, alcançando um grande sucesso nacional. Ainda neste ano, Beth Carvalho gravou "Corda no pescoço", em parceria com Adalto Magalha.
Jovelina Pérola Negra, em 1987, gravou no disco "Luz do repente" uma composição sua em parceria com Adalto Magalha: "Trama". Neste mesmo ano, lançou o LP "Perfume de champanhe", pela gravadora RGE, obtendo sucesso com "Batendo na palma da mão" (c/ Guará da Empresa). Beth Carvalho, em seu disco ao vivo, interpretou "Da melhor qualidade" (c/ Arlindo Cruz). No ano seguinte, em seu LP "Toque de malícia", Beth Carvalho incluiu duas composições de sua autoria: "Pedi ao céu" (c/ Luverci Ernesto) e a regravação de "Corda no pescoço".
Em 1989, sua composição "Gosto de festa", em parceria com Adalto Magalha e Carlos Senna, deu nome ao disco de Dominguinhos do Estácio. Ainda neste ano, lançou pela gravadora RGE o LP "Jeito de amar". Em 1990, o cantor Reinaldo interpretou "Doce lembrança" (c/ Adalto Magalha), em seu disco "Coisa sentimental", lançado pela gravadora Continental. No ano seguinte, gravou pela RGE o disco "De bem com a vida".
Em 1993, em seu disco "Alô mundo", pela RCA Victor, Zeca Pagodinho incluiu de sua autoria "Mãos", em parceria com Simões PQD e Carlos Senna.
No ano de 1996, Zeca Pagodinho lançou o CD "Deixa clarear", no qual interpretou "Olhos" (c/ Luverci Ernesto e Carlos Senna). Neste mesmo ano "Coisinha do pai" gravada por Elba Ramalho e Jair Rodrigues no CD "Casa de samba 1" (produzido por Rildo Hora) foi utilizada para acionar o robô da Nasa em solo marciano.
No ano de 1997, sua composição em parceria com Carlos Dafé e Carlos Senna, "Eu quero mais é sorrir", foi gravada no CD "O seu jeito de olhar", de Carlos Dafé. No ano seguinte, Beth Carvalho incluiu em seu disco "Pérolas do pagode" a composição "Samba de Marte" (c/ M. Xerife, Arlindo Cruz e Sombrinha). Neste samba, composto especialmente para a cantora, os autores registaram a história de como a música "Coisinha do pai" chegou ao planeta Marte.
No ano 2000, a gravadora Velas lançou o CD "Um samba de natal", que reuniu diversos artistas como Zeca Pagodinho, João Nogueira, Emílio Santiago, Mauro Diniz, Luizinho SP, Grupo Toque de Prima, Luiz Grande e Grupo Fundo de Quintal, no qual Almir Guineto interpretou "Meu natal" (c/ Gilson e Mi). Neste mesmo ano, Zeca Pagodinho interpretou "Perfeita harmonia", no disco "Água da minha sede". Ainda neste ano, participou do disco "Os Melhores do ano II", da gravadora Indie Records, no qual interpretou, ao lado de Zeca Pagodinho, "Insensato destino", de autoria de Acyr Marques, Chiquinho e Maurício Lins.
Em 2002 lançou pela gravadora Paradoxx o CD "Todos os pagodes". Neste mesmo ano, ao lado de vários artistas, entre eles, Bandeira Brasil, Arlindo Cruz, Serginho Meriti, Deni de Lima, Ivan Milanez, Marquinhos China, Ircea Pagodinho e Maurição, fez o show-homenagem "Bum-bum-baticum-Beto", tributo ao compositor Beto Sem Braço no Bar Supimpa, na Lapa, Rio de Janeiro. Ainda em 2002, Dudu Nobre regravou "Papagaio" em seu terceiro disco solo, "Chegue mais". Mais uma vez, vários parceiros e amigos de Beto Sem Braço lhe prestaram homenagem, incluindo-se Dudu Nobre, Zeca Pagodinho e Almir Guineto. Todos compareceram ao Teatro João Caetano no show  "Tributo a Beto Sem Braço".
Em 2003 apresentou-se no Clube Greipe da Penha. Neste mesmo ano a cantora Dorina lançou no Teatro Rival BR o CD "Sambas de Almir", no qual prestou homenagem ao cantor e compositor carioca. No CD, gravado ao vivo no Teatro Rival BR, participaram Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Almir Guineto. Foram incluídas diversas composições de sua autoria, entre elas, "É, pois, é", "Pedi ao céu", ambas em parceria com Luverci Ernesto; "Ouro só" (c/ Mussum) e "Bombaim" (c/ Arlindo Cruz e Sombrinha).
Em 2004 apresentou-se, ao lado de Dorina no teatro João Caetano.
No ano de 2005 Zeca Pagodinho interpretou "Cachorro" (c/ Caprí), no CD "À vera".
Em julho de 2007 comemorou 61 anos de idade em show no Espaço Santa Clara, no bairro de Perdizes, em São Paulo, no qual recebeu diversos convidados para uma canja.
Em 2010 apresentou-se no projeto da Ala de Compositores da Escoila de Samba Acadêmicos do Salgueiro, em que eram levados artista da Escola para shows na quadra.
Em 2013 participou do show em comemoração aos seis anos do programa “Samba Social Clube”, da rádio MPB FM, realizado na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro. O show contou com a regência do maestro Paulão Sete Cordas e com a participação de artistas como Monarco, Arlindo Cruz, Xande de Pilares, Diogo Nogueira, entre outros. Nesse mesmo ano apresentou “A Roda do Guineto” no Teatro Rival, no Rio Janeiro, recebendo diversos convidados a cada edição, dentre os quais Marquinhos PQD, Aluísio Machado, Claudinho Guimarães.
Entre seus maiores sucessos destacam-se "Jibóia", de autoria de Bombril (Vilane Silva), "Caxambú" e "Mel na boca". (Extraído do Dicionário Cravo Albin de MPB).

DISCOGRAFIA

 

12/01/2018

MPB4 - A Lua

MPB4 - Formação original com Rui, Magro, Achiles e Miltinho

MPB4 é um grupo vocal e instrumental brasileiro, formado em NiteróiRio de Janeiro, em 1965. A primeira formação contou com Miltinho (Milton Lima dos Santos FilhoCampos dos GoytacazesRJ18 de outubro de 1943), Magro (Antônio José Waghabi FilhoItaocaraRJ14 de novembro de 1943São PauloSP8 de agosto de 2012), Aquiles (Aquiles Rique ReisNiteróiRJ22 de maio de 1948) e Ruy Faria (Ruy Alexandre FariaCambuciRJ31 de julho de 1937Rio de JaneiroRJ11 de janeiro de 2018).

Em 2004, Dalmo Medeiros substitui Rui e Paulo Malagutti substitui Magro que faleceu em 2012 vitimado por um câncer aos 68 anos.

Seus principais gêneros musicais são o samba e a MPB. Com um repertório marcado por composições de personalidades da música popular brasileira, como por exemplo, Noel RosaMilton NascimentoChico BuarqueJoão BoscoPaulo César PinheiroAldir BlancVinicius de Moraes e Tom Jobim. O grupo apresenta-se em todo o Brasil, com sucesso de público e de crítica

A formação do grupo ocorreu em meados de 1964, quando Aquiles, Magro, Ruy e Miltinho integravam o Centro Popular de Cultura, afiliado à União Nacional dos Estudantes - UNE. Magro e Miltinho eram estudantes de Engenharia na UFF. Ambos tinham formação musical iniciada desde criança: Miltinho aprendeu violão na adolescência e Magro estudou teoria musical com Eumir Deodato e Isaac Karabtchevsky.

Ruy tinha acabado de se graduar em Direito pela mesma universidade. De dia escriturário e de noite em dois grupos vocais e tinha sido ''crooner'' em Santo Antônio de PáduaRio de Janeiro. Aquiles era estudante secundarista e participava do coral de uma escola estadual de Niterói e resolveu seguir carreira musical com os outros três integrantes.

Cada um dos integrantes tem um gosto musical diferenciado, embora eles tenham sido influenciados pelo grupo vocal, Os Cariocas. Miltinho, desde a adolescência, curtia música americana e Bossa-nova com os grupos Os Cariocas e Tamba Trio. Aquiles, ao mesmo tempo que tinha preferência pelo Trio Irakitan, era fã de Elvis Presley.

Em 1965, resolvem ser músicos profissionais e viajam para São Paulo. Já tinham gravado o compacto simples "Samba Bem", em 1964, pelo selo Elenco. No início, os quatro rapazes passaram por dificuldades, pois já haviam trilhado carreiras promissoras na época e seus familiares lamentaram a decisão tomada, embora não tenham enfrentado tamanhas resistências. Além disso, Aquiles era menor de idade e seu pai desejava emancipá-lo. Entretanto, tal procedimento era demorado e Ruy Faria tornou-se seu tutor. A passagem da adolescência para a vida adulta foi abrupta para Aquiles, segundo o relato de Ruy Faria, pois foi comparada à troca da Coca-Cola por cerveja.

Lá, entram em contato com artistas recém-lançados na época, como Chico BuarqueNara LeãoSidney MillerQuarteto em Cy, entre outros. Desde o início do grupo, tornam-se ativistas de uma nova proposta, a de uma música brasileira mais popular a todos os que escutarem, de forma que sejam exaltados o povo brasileiro e seus costumes e, principalmente, a crítica à situação política do país, imerso na Ditatura Militar. Desta maneira, entraram em seu repertório as músicas de protesto e sambas.

A parceria com Chico Buarque iniciou-se nesta viagem e durou aproximadamente dez anos. Durante esse período, o MPB4 firmou sua musicalidade e acompanhava-o em suas apresentações como escudeiro musical, com boas interpretações das composições de Chico, que já foi considerado como o "quinto integrante de um quarteto". Um dos maiores destaques nessa década são as músicas "Quem te viu, quem te vê" e "Roda Viva", ambas de 1967. Além disso, ganharam espaço também nos famosos festivais de música, produzidos pela Rede Record.

Em 1966, foi lançado o primeiro LP do grupo, com o título "MPB4". O destaque vai para as músicas "Lamento" e "Teresa Tristeza". Em 1967, foi lançado outro trabalho, com as músicas "Quem te viu, quem te vê", "Brincadeira de Angola", "Cordão da Saideira" e "Gabriela", que ficou em 6º lugar no III Festival da Música Popular da Rede Record.

Em 1970, o MPB4 lança o LP "Deixa Estar", um dos marcos principais da carreira do quarteto. O destaque principal é a música "Amigo é pra essas coisas", de Aldir Blanc e Sílvio da Silva Júnior, que reflete também o espírito do quarteto em enfrentar dificuldades juntos. Como Chico Buarque ainda não estava no Brasil, a música foi uma espécie de "independência" ao parceiro, pois eles não seriam vistos mais como "Porta-vozes do Chico", mas um quarteto vocal com personalidade própria. Outros destaques são "Candeias", com o primeiro arranjo vocal de Miltinho, "Boca do Mota", de Milton Nascimento e "Derramaro o Gai".

A parceria com Chico Buarque continua firme até meados dessa década. Ele e o quarteto viajaram para alguns países, como Argentina e Portugal. As marcas da resistência e contestação contra o Governo Militar continuam firmes nos trabalhos do quarteto, mesmo que eles tenham seus espetáculos encerrados arbitrariamente e buscado negociações em Brasília. 

O ano de 1972 foi importante para o MPB4, pois é lançado o LP Cicatrizes, considerado como um dos trabalhos mais promissores. Miltinho destaca-se como compositor da música-título, com a parceria do jovem Paulo César Pinheiro. Os arranjos, instrumental e vocal, de Magro tornam-se mais ousados, com destaque para as músicas "Agiboré", "San Vicente", "Partido Alto" de Chico Buarque, e "Pesadelo".

Ainda no mesmo ano, o MPB4 foi considerado como o melhor Conjunto Vocal pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Um dos jurados que participaram da votação foi o jovem jornalista Maurício Kubrusly.

Em 1973, o quarteto grava a música-tema de O Bem-Amado, composta por Toquinho e Vinícius de Moraes, para a novela de Dias Gomes

Em 1974, o MPB4 lançou dois excelentes LPs, com avaliações positivas da crítica e do público. O LP 'Antologia' reúne pout-pourri de vários sambistas e outros nomes consagrados da música brasileira, como Dorival CaymmiNoel RosaPaulinho da Viola e o próprio Chico Buarque. Este disco alcança a venda de 70.000 cópias, um valor expressivo para a época. O LP 'Palhaços e Reis' destaca-se pelas composições de Gonzaguinha e Ivan Lins, tais como Tá Certo, Doutor e Palhaços e Reis, que também ganharam relevo nas vozes do quarteto e nos arranjos inovadores de Magro.

No ano seguinte, 1975, o MPB4 emplaca o sucesso Porto, para a novela Gabriela Cravo e Canela. A mesma música é usada também no remake desta novela, em 2012, com muito sucesso. Ainda por cima, lança o LP 'MPB4 10 anos', em comemoração ao décimo aniversário do grupo. Destaques para as músicas Inbalança e De Frente Pro Crime.

Nos anos 1970, participaram de espetáculos históricos, tais como Construção (1971), Phono 73 (1973), MPB4 no Safári (1975) e Cobra de Vidro (1978). Além disso, lançam discos que consolidam a carreira do quarteto vocal, tais como De Palavra em Palavra, (1971), Cicatrizes (1972), Canto dos Homens (1976) e Cobra de Vidro (1978), entre outros trabalhos de sucesso de crítica e público.

Nos anos 1980, lançaram dois trabalhos infantis: Flicts (com o Quarteto em Cy, em 1980) e Adivinha o que é (1981), além da participação no especial da Globo, Arca de Noé, com a música 'O Pato'. Outro trabalho de destaque é o disco "Amigo é Pra Essas Coisas" (1989), com a participação dos filhos dos integrantes do MPB4 na banda de acompanhamento.

Nos anos 1990, lançaram discos importantes e com grande aceitação de crítica e de público, como Samba da Minha Terra (1991). Os primeiros discos do grupo, ao vivo, foram A Arte de Cantar ao Vivo (1995) e Melhores Momentos (1999). Continuam com a parceria com o grupo Quarteto em Cy em Bate-Boca (1997) e Somos Todos Iguais (1998).

Em (2000), o quarteto lança dois trabalhos, um deles com o Quarteto em Cy, Vinícius e a Arte do Encontro. Em 2004, Ruy Faria sai do grupo e Dalmo Medeiros torna-se integrante do MPB4. Em 2006, é lançado o DVD "MPB-4 40 Anos", com a participação de Chico BuarqueMilton NascimentoCauby PeixotoRoberta Sá, entre outros artistas consagrados. Em 2008, o grupo gravou, junto com Toquinho, CD e DVD ao vivo, lançados pela Biscoito Fino.

Em 2012 é lançado, pela Biscoito Fino, o CD "Contigo Aprendi[2]", com versões inéditas para o português, feitas por diversos compositores brasileiros, para grandes boleros. Magro Waghabi morre[3] em São Paulo (SP) após uma longa batalha contra o câncer, no dia 8 de agosto de 2012, aos 68 anos. Paulo Malaguti Pauleira entra em seu lugar.

Ao lado de Miltinho, Aquiles e Dalmo, em 2013 o cantor e tecladista Paulo Malaguti Pauleira[4] passou a integrar a nova formação do grupo, inaugurada em show de lançamento do CD “Contigo aprendi”, no Teatro Rival (RJ). Nesse mesmo ano, foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Grupo MPB, pelo CD “Contigo aprendi”.[5]

Em 2014 o MPB4 seguiu em turnê pelo país com o show de carreira. Dentro vários shows, uma turnê por seis unidades do Sesc Rio foi realizada. O LP "Adivinha o que é" (1981) ganhou reedição em CD e em DVD,[6] com animações, lançados pela Universal Music. O livro "Vozes do Magro" foi lançado em dezembro, com noites de autógrafo na Livraria Argumento (RJ) e Livraria Cultura (SP).

O ano de 2015 começou no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, com o show "Chico 70",[7] com MPB4, Roberta Sá e Marina de La Riva. Ao longo do ano o MPB4 seguiu em turnê pelo país. Em outubro estreou no Tom Brasil, em São Paulo, o show "Toquinho, Ivan Lins e MPB4 - 50 anos de música". No final do ano começaram as gravações do CD comemorativo de 50 anos de carreira do MPB4.

O ano de 2016 começou com uma série de shows "Toquinho, Ivan Lins e MPB4 - 50 anos de música" em várias cidades do país. Em maio o CD "O Sonho, a Vida, a Roda Viva" (Selo Sesc) que comemora 50 anos do MPB4 foi lançado com três dias de shows no Sesc Vila Mariana. O primeiro dia contou com a participação especial de Kleiton e Kledir. Em junho foi a vez do Rio de Janeiro receber este show, em temporada de cinco semanas no Teatro Municipal Serrador, com patrocínio do Fomento Cidade Olímpica, da Prefeitura do Rio. Em um dos shows Guinga fez participação especial. 

Em 2017 o MPB4 segue com a turnê de lançamento do CD "50 anos - O Sonho, a Vida, a Roda Viva!". Nos dias 5, 6 e 7 de maio estreou o show "Voce conta um verso e eu escrevo outro" como parte do projeto "Cortina Fechada" do Sesc Vila Mariana. Em 15 de novembro realizou show no Teatro Riachuelo Rio para lançamento do CD e DVD comemorativos de 50 anos de carreira. Neste ano o MPB4 ganhou o Prêmio de Música Brasileira na categoria Melhor Grupo de MPB.

DISCOGRAFIA